Mostrando postagens com marcador Cibercultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cibercultura. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Homem-máquina, a última fronteira

Para qual direção caminhamos? Quando iremos nos dar conta de que a fronteira entre homem e máquina está cada vez mais tênue?
Questões a serem pensadas e que pode ser auxiliadas pelo seguinte trecho:

"Internet, ciberespaço, realidade virtual são novos modos de interação homem-máquina. A máquina é o novo ambiente da experiência. Na integração que se põe em movimento entre seres biológicos e maquínicos, corpo e pensamento, matéria viva e inerte, carne e silício, nossas referências tradicionais ficam abaladas e questões novas surgiram: o fim do mundo e dos tempos, os paradoxos temporais, a comunicação com inteligências demonstrando formas de vida radicalmente diferentes, as desconstruções múltiplas das diferenças entre natural e artificial, humano e não humano, real e virtual, as mutações e reconstruções dos corpos humanos, as transformações do político."

Tucherman, 2004

Obs: O trecho acima foi retirado de uma citação do artigo "Mais que um inventário imagético do YouTube: Uma possível leitura da memória na rede", do mestre e amigo Wilson Oliveira

sábado, 15 de maio de 2010

Ainda o Excesso

Dando encerramento sobre a série que fala da Sociedade do Excesso, na qual vivemos atualmente, trago mais um trecho retirado do livro A religião das máquinas, de Erick Felinto (quem quiser, pode segui-lo no Twitter: @erickfelinto).
O trecho foi retirado do livro de David Shenk:
"Ele agita os momentos silenciosos e obstrui os tão necessários instantes de contemplação. Ele arruína a conversação, a literatura e mesmo o entretenimento. Ele inviabiliza o ceticismo, tornando-os menos sofisticados como consumidores e cidadãos. Ele nos estressa." Falando sobre o excesso de informação.
Fica a dica de um artigo escrito por Paulo Vaz a respeito deste assunto:
VAZ, Paulo - Agentes na Rede, in Lugar Comum, nº 7. Rio de Janeiro: Nepcom/UFRJ (janeiro-abril 1999)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A religião das máquinas: Ensaios sobre o Imaginário da Cibercultura


Os caros e fieis argonautas que me acompanham por aqui, sabem do meu gosto por leitura e pelo estudo da Cibercultura, Novas tecnologias e mídias digitais em geral.
Pois trago uma excelente dica de leitura para quem compartilha o mesmo gosto. O livro A religião das máquinas, escrito pelo professor Erick Felinto é leitura praticamente obrigatória para quem começa a mergulhar de cabeça neste tema.
Abordando o impacto das novas tecnologias na construção de uma identidade de nossa sociedade atual, Felinto traça um paralelo com a religião e os mitos antigos, montando um retrato e uma imagem que surpreende. Fazendo paralelo com a atualidade (o artigo que analisa o filme Matrix é imperdível), vemos o quanto nossa sociedade atual, totalmente voltada para a tecnologia e inovações, ainda mergulha nas fontes antigas e vai buscar inspiração lá na Antiguidade.
Uma dica imperdível para quem quer se aprofundar ainda mais sobre o assunto.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mais do Excesso


Dando continuidade ao post anterior, no qual comecei a falar da Cultura do Excesso a que somos submetidos atualmente (clique aqui para acompanhar o primeiro post), gostaria que parássemos para pensar um pouco a respeito das nossas vidas pós (hiper)-modernas.

Correria, intensidade de ações e uma verdadeira montanha-russa de emoções.
Somos obrigados a trabalhar, estudar, nos aperfeiçoar e absorver todas as notícias que nos são jogadas minuto a minuto por todos os veículos de comunicação. Vivemos soterrados por informação, vinda de todos os lados e fica humanamente impossível dar conta de tudo.

Lendo o livro A religião das máquinas, de Erick Felinto (quem quiser, pode segui-lo no Twitter: @erickfelinto), encontrei o trecho a seguir, retirado do livro de David Shenk:

"o excesso de informação. Diz-se que não é possível se ter algo bom em demasia. Informação, aparentemente, é algo desejável e tradicionalmente implica as ideias de transformação, desenvolvimento e crescimento. Mais que em qualquer outra época da história, na cultura contemporânea a informação passou a ser encarada como o bem fundamental. Contudo, o tema do excesso de informação, que de fato não cessa de se multiplicar no âmbito das redes digitais, constitui uma das principais fontes de distopia no imaginário cibercultural."

Referência: SHENK, David - Data Smog: Surviving the Information Glut. New York: Harper Edge, 1997.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Cultura do excesso


A época atual em que vivemos (seja pós-modernidade ou hipermodernidade) é caracterizada pelo excesso.

Excesso de pressão, de informação, de obrigações e de vários outros fatores que acabam por moldar uma sociedade diferente de todas as outras que já se teve notíciana história da Humanidade.
Um dos fatores que propiciam este tipo de comportamento é o surgimento e desenvolvimento das novas tecnologias. A cibercultura que vai sendo desenrolada bem diante de nossos olhos. Não adianta relutar e negar em entrar neste mundo. Independentemente, estamos dentro dele, bem ao estilo Matrix.

Estudando sobre este assunto, encontrei o trecho a seguir, retirado de uma das obras do professor André Lemos, um dos maiores estudiosos sobre o assunto. Leia e reflita um pouco.

"A cibercultura fornece vários exemplos de uma despesa excessiva, não-acumulativa e irracional de bits. Dançar por horas em festas tecno, viajar por vínculos banais e efêmeros do ciberespaço, produzir vírus, penetrar sistemas de computador, trocar informação frívola em bate-papos e grupos temáticos etc."

Voltarei com novos posts sobre este assunto.