quinta-feira, 30 de abril de 2009

Yngwie Malmsteen

Em véspera de feriado, nada melhor do que curtir um som.
E nada melhor do que um dos mestres da guitarra...
Deixo com vocês Yngwie Malmsteem.

Bom feriado!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Pare o mundo que eu quero descer!

Pare o mundo que eu quero descer!
É esta frase do brilhante Raul Seixas, que na maioria das vezes eu tenho vontade de gritar quando fico tomando conhecimento das principais manchetes dos jornais brasileiros.

Comecemos com a editoria de política: Nada mais claro do que este exemplo. Políticos custarão aos cofres públicos mais de R$ 100 milhões devido à convocação extra; Políticos não comparecem ao plenário na convocação extra, mas receberão mesmo assim; Políticos doarão o dinheiro recebido à ONG’s e instituições de caridade, porém ninguém devolveu ainda. Bom, com esses exemplos, não preciso explicar muito o porquê de querer gritar a frase acima.

Passeando pelas outras editorias, não ficamos mais animados. O que vemos é sempre a mesma coisa: roubos, assassinatos, descasos com a população e todos os tipos de notícias ruins. Até mesmo em assuntos que eram para ser mais leves, não temos tido muito motivo para ficarmos otimistas. Em esportes temos casos de doping, escândalos de arbitragens, brigas entre torcidas etc. Na parte de cultura vemos verbas públicas sendo “utilizadas” em filmes não acabados.
Bem, mas mesmo assim temos que ter esperança de que as coisas irão mudar. Contudo, isso só ocorrerá com a mudança de mentalidade de todos nós.

Que tal começarmos a agir e tentarmos mudar o pequeno mundo a nossa volta? Primeiro em casa, seguindo do ambiente de trabalho e assim por diante. Como diria também Raul Seixas, Tente outra vez!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Um novo Marshall McLuhan?



Com o título do post mencionado acima, a revista Época Negócios introduziu a entrevista com o professor do MIT, Henry Jenkins (Foto ao lado retirado do blog do autor).

Confira a entrevista completa AQUI.

O livro Cultura da Convergência foi lançado aqui no Brasil, no final do ano passado. Abordando o assunto que domina as rodas de discussão no meio da Comunicação Social, Jenkins analisa e propõe discussões a respeito da convergência das mídias e dos meios de comunicação.

Resolvi escrever este post, em contraponto com o post no qual eu falei sobre o Culto do Amador (Clique aqui), no qual o escritor britânico Andrew Keen acusa a dinâmica cooperativa da Web 2.0 como a causadora de diversos males na Humanidade.

Henry Jenkins aborda de uma maneira prática e clara os diversos assuntos que pontuam esta eterna discussão. Para o estudioso, quando o assunto convergência é abordado pelas pessoas da indústria da mídia, o aspecto tecnológico sempre é encarado como determinante. Para ele, além deste aspecto, deve-se levar em conta o conteúdo de interesse dos usuários.

Outro assunto abordado é a exploração do potenciais dos blogs. Segundo Jenkins, o modo como conhecemos os blogs atualmente irão em breve sofrer alteração.

"O modelo de negócios que irá sustentar os blogs depois que a primeira onda de excitação e paixão começar a diminuir ainda não está claro." (Henry Jenkins)
Recomendo a leitura do livro, da reportagem e também do blog de Henry Jenkins (Clique aqui), pois assim podemos conhecer os dois lados da moeda e discutir este assunto de vital importância, que é o futuro das mídias e do modo de comunicação de todos nós.

Concurso Público



Todas as pessoas que desejam concorrer a um cargo, seja público ou privado, passam por uma bateria de testes, exames, entrevistas e as mais diversas maneiras de ser avaliado profissionalmente. Será que não seria justo que para os nossos políticos essa exigência não fosse a mesma?
Milhares de pessoas que passam pela experiência de estudar, fazer cursos de especialização e tudo o mais, sabe da dificuldade que é exercer sua profissão e das exigências do mercado. Empresas privadas são geridas por administradores formados e com certa experiência. São essas que certamente geram mais lucros e que são mais destacadas no mercado. Por que no comando do nosso país não podemos ter pessoas capacitadas e que por profissão tenha conhecimento em administração, economia e gerência de projetos?
Muitas pessoas alegam que se fosse assim, a representação das camadas mais pobres seria prejudicada e que a elite seria favorecida. Porém, o que vemos hoje é um festival de incompetência e defesas de interesses próprios de quase todos os políticos. Seria a hora de se tornar a política brasileira mais profissional e séria. O pacote de benefícios e salários poderiam ser fechados e sem direito a aumentos durante os mandatos. Ou seja, cada um deveria aceitar apenas o oferecido, assim a rotina de aumentar o próprio salário, seria proibido.
Assim, acredito que apenas as pessoas interessadas em realmente administrar e fazer nosso país desenvolver de fato, seriam candidatos em potencial. Será uma utopia de uma pessoa cansada de todos os desmandos cometidos pela nossa classe governante?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Cara, cadê meu país?



Vocês já pararam para reparar nas manchetes diárias publicadas nas mídias? Todas elas só trazem notícias ruins: Corrupção, violência, roubo, extorsão, seqüestro e todos os tipos de maracutaias. É parlamentar recebendo propinas, moleques divulgando cenas de sexo pela internet, tráfico de drogas e cenas de assalto gravadas e passadas pela TV. Aonde foi que perdemos o fio da meada e deixamos o país derivar para esse lado? Será que sempre foi assim? Será que tem jeito?
Algumas atitudes simples que podemos tomar, melhorariam nossas vidas em alguns desses aspectos. A primeira de todas é a já batida consciência política. Devemos sempre nos inteirar dos assuntos políticos e tentar escolher bem nossos representantes. Além de votar, precisamos acompanhar o que é feito e discutido em nosso nome. Cobrando sempre atitudes e posições coerentes de nossos dirigentes.
No campo da sociedade, uma boa medida é a criação de nossos filhos de maneira condizente com o queremos para o futuro de nosso país. Lições de cidadania e respeito aos direitos do próximo, não são deveres apenas das escolas, devem começar em casa, principalmente pelas atitudes tomadas pelos pais, que servem de bom exemplo.
Uma coisa é certa: Devemos lutar para ter o país de nossos sonhos. Não podemos esmorecer e “entregar os pontos”. Devemos ter sempre em mente que o país tem jeito e que somente lutando de forma pacífica e democrática chegaremos ao rumo certo.

domingo, 26 de abril de 2009

Justo Veríssimo mais atual do que nunca



Para quem não sabe quem é Justo Veríssimo ou não está ligando o nome a pessoa, aí vai um pouco da história.

Justo Veríssimo foi um personagem criado por Chico Anysio e que ironizava os políticos brasileiros com todos os seus defeitos reunidos em um só. Corrupção, arrogância, descaso pela população etc.

Parece que o personagem continua mais atual do que nunca.

Basta acompanharmos o noticiário que surge a cada dia vindo de Brasília. Passagens aéreas para parentes, propinas, escândalos e todo o tipo de maracutaia que possamos imaginar e até aquelas que nem imaginamos.


Abaixo segue uma lista de links interessantes retiradas da Blogosfera, para que possamos parar e refletir um pouco sobre o que queremos para o nosso país.








sábado, 25 de abril de 2009

O culto do amador


O escritor britânico Andrew Keen lançou em junho de 2007 o livro "O culto do amador". Keen aponta e dispara a sua metralhadora giratória para toda a estrutura da Web 2.0. Funcionando como uma espécie de profeta do apocalipse moderno, Keen acredita que o modo colaborativo (wiki) da estrutura da web trará consequências devastadoras em diversos setores da Humanidade.
Durante todo o livro, a raiva latente sobre todos os modos de interatividade é um capítulo a parte. Começando pelos blogs, passando pela Wikipedia e desaguando no Youtube, nada escapa da crítica mordaz do britânico.
Acusa a Web 2.0 como sendo a principal causadora dos enormes prejuízos da indústria fonográfica, literária e cinematográfica.

Um livro, que apesar de ser radical demais em diversos pontos, levanta questões interessantes e que deveriam ser mais discutidas atualmente, principalmente pelos legisladores que ainda insistem em excluir os assuntos digitais das pautas de leis.

Vale a pena dar uma olhada!

Apesar de toda a crítica ao modo colaborativo da Web, Andrew Keen possui o seu Blog (Clique aqui)