
Na última segunda feira, o jornalismo brasileiro ficou mais pobre. As palavras choram, pois o mestre em tratá-las se foi.
Armando Nogueira, 83 anos, sucumbiu ao câncer e partiu. Sem ele, além das palavras, choram os fãs, as redações, os amigos, enfim, o Brasil inteiro.
Se nos orgulhamos de ter o melhor jogador de futebol de todos os tempos (Pelé), o gênio da grande área (Romário), o pai da aviação, podemos nos orgulhar de ter tido o Mestre das palavras.
Dono de um estilo requintado, fino e inteligente, Nogueira fez história nos seus mais de 60 anos dedicados ao Jornalismo.
Fica aqui uma singela homenagem a um dos maiores de todos os tempos na sua área.
Descanse em paz, Mestre!
Armando Nogueira, 83 anos, sucumbiu ao câncer e partiu. Sem ele, além das palavras, choram os fãs, as redações, os amigos, enfim, o Brasil inteiro.
Se nos orgulhamos de ter o melhor jogador de futebol de todos os tempos (Pelé), o gênio da grande área (Romário), o pai da aviação, podemos nos orgulhar de ter tido o Mestre das palavras.
Dono de um estilo requintado, fino e inteligente, Nogueira fez história nos seus mais de 60 anos dedicados ao Jornalismo.
Fica aqui uma singela homenagem a um dos maiores de todos os tempos na sua área.
Descanse em paz, Mestre!




