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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Blogueando no Café Filosófico


Os Argonautas que por aqui passam de vez em quando, já devem ter percebido a admiração que sinto pelo sociólogo polonês Zygmutn Bauman.
Some-se a isso um programa de TV bem pensado e editado, como o Café Filosófico (raridade nos dias de hoje e exibido pela TV Cultura).
Garimpei no blog do Café uma entrevista com o o professor Luiz Felipe Pondé, na qual ele analisa o mundo pós-moderno e a interpretação de Bauman sobre o assunto.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Vida líquida


O conceito de liquidez na sociedade moderna foi muito bem criada e desenvolvida pelo sociólogo Zygmunt Bauman.
O líquido assume a forma de qualquer recipiente que o contém. Ele não tem forma própria, escorre pelas mãos e tem uma fugacidade incrível.
Sobre esse assunto, ele afirma:
"Líquido-moderna é uma sociedade em que as condições sob as quais agem seus membros mudam num tempo mais curto do que aquele necessário para a consolidação, em hábitos e rotinas, das formas de agir."
"A vida líquida é uma vida precária, vivida em condições de incerteza constante"
Veja outros posts sobre Zygmunt Bauman: Clique aqui.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Rio de Janeiro por Bauman


Blogueando nos sites de amigos, encontrei esta verdadeira pérola no Blog A Lenda, de meu amigo Rafael Fortes.
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman recebeu um pedido para responder a três perguntas da Agência Notisa sobre a situação do Rio de Janeiro, em relação à violência e às favelas. Estudioso como é, pediu um tempo para pesquisar sobre o assunto e poder responder com mais propriedade.
Como resultado, três artigos como resposta e que traduz o sentimento do sociólogo sobre um dos assuntos mais controvertidos de nossa sociedade brasileira, a violência.
Vale a pena clicar no link do A Lenda e conferir as respostas na íntegra.

sábado, 7 de novembro de 2009

Vidas para consumo


"Compro, logo sou."
Com a frase emblemática acima, inspirada na máxima proferida por René Descarte, Zygmunt Bauman define com precisão a sociedade atual. Passamos de uma fase em que a sociedade era definida pela produção e entramos na era da sociedade de consumo.
Além do fato de consumir qualquer coisa, a qualquer custo, os seres humanos passam a ser encarados como verdadeiras mercadorias. Estamos sempre em busca de nos tornar um "melhor produto" para se vender ao próximo. Seja no emprego, na família ou nos relacionamentos amorosos.
O livro Vidas para consumo é um alerta escrito por Bauman, para pensarmos a sociedade atual. Como queremos levar nossas vidas? Quais efeitos o consumo tem sobre todos nós?
Pode o consumo ser considerado uma condição sine qua non para sermos felizes?
Uma leitura recomendada a todos, independente da área de atuação. Linguagem simples e que apresenta claramente todo o pensamento de Bauman, um dos maiores teóricos da atualidade.

domingo, 22 de março de 2009

Zygmunt Bauman e o Choque de Ordem


Zygmunt Bauman. Clique aqui para saber mais sobre ele.
Lendo o livro O mal estar da Pós-Modernidade me deparei com a seguinte passagem, logo no primeiro cápítulo:
"A busca da pureza moderna expressou-se diariamente com a ação punitiva contra as classes perigosas; a busca da pureza pós-moderna expressa-se diariamente com a ação punitiva contra os moradores das ruas pobres e das áreas urbanas proibidas, os vagabundos e indolentes. Em ambos os casos, a "impureza" no centro da ação punitiva é a extremidade da forma incentivada como pura; a extensão até os limites do que devia ter sido, mas não podia ser, conservou-se em regiõ fronteiriça; o produto-refugo, não mais do que uma mutação desqualificada do produto, passou como se fosse ao encontro dos modelos."
Estamos definitivamente na era da Pós-Modernidade!