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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Web 2.0 - Uma nova era

Reprodução: Internet

O surgimento e a difusão da internet revolucionaram o modo como todos nós nos comunicamos. A velocidade de propagação de notícias havia alcançado um patamar nunca antes visto. Os meios de comunicação puderam desenvolver novas ferramentas e mudar um pouco os conceitos que até então vinham colocando em prática com as mídias eletrônicas (TV e rádio).

Mas, com o desenvolvimento da Web 2.0, o salto foi abissal. Todos puderam entrar de cabeça nas "infovias" e participar efetivamente do processo comunicacional. Aonde antes podíamos observar espectadores passivos, agora vemos geradores de conteúdos vorazes. Blogs, Twitter, Facebook, Orkut e muito mais passaram a fazer parte do cotidiano de todos. Some-se a isso, a explosão dos dispositivos móveis com acesso à grande rede, temos como resultados um novo patamar no modo como encarar a produção da notícia.

Sites de conteúdo participativo, que tem a Wikipedia como seu maior expoente, foram incorporados ao dia a dia. Até mesmo as grandes empresas de mídia, já estão abrindo espaços para receber notícias e fatos do cotidiano feitos pelos leitores. Parece que desse modo, vamos vendo a construção da tão propagada "inteligência coletiva", anunciada anos atrás por Pierre Levy.

Um bom exemplo de como a web 2.0 pode ser de grande utilidade é o site www.haiti.org.br , que foi desenvolvido pelos jornalistas Aloisio Milani, Rodrigo Savazoni e André Deak. Contando com espaço para jornalistas e usuários colaboradores, o espaço serve como um espaço de discussão sobre a situação política e econômica do Haiti e com o foco voltado nas ações de cidadania e cultura que acontecem naquele sofrido país.

Uma ferramenta preciosa e que exemplifica claramente como pode ser benéfica a utilização do conceito de web 2.0, se voltado para causas interessantes.


“Este post está participando do Concurso Profissão Blogueiro, que vai premiar três blogueiros com netbook e kit completo para quem quer ter um blog de sucesso. Acesse: www.ideiasnoar/profissaoblogueiro.”

terça-feira, 28 de abril de 2009

Um novo Marshall McLuhan?



Com o título do post mencionado acima, a revista Época Negócios introduziu a entrevista com o professor do MIT, Henry Jenkins (Foto ao lado retirado do blog do autor).

Confira a entrevista completa AQUI.

O livro Cultura da Convergência foi lançado aqui no Brasil, no final do ano passado. Abordando o assunto que domina as rodas de discussão no meio da Comunicação Social, Jenkins analisa e propõe discussões a respeito da convergência das mídias e dos meios de comunicação.

Resolvi escrever este post, em contraponto com o post no qual eu falei sobre o Culto do Amador (Clique aqui), no qual o escritor britânico Andrew Keen acusa a dinâmica cooperativa da Web 2.0 como a causadora de diversos males na Humanidade.

Henry Jenkins aborda de uma maneira prática e clara os diversos assuntos que pontuam esta eterna discussão. Para o estudioso, quando o assunto convergência é abordado pelas pessoas da indústria da mídia, o aspecto tecnológico sempre é encarado como determinante. Para ele, além deste aspecto, deve-se levar em conta o conteúdo de interesse dos usuários.

Outro assunto abordado é a exploração do potenciais dos blogs. Segundo Jenkins, o modo como conhecemos os blogs atualmente irão em breve sofrer alteração.

"O modelo de negócios que irá sustentar os blogs depois que a primeira onda de excitação e paixão começar a diminuir ainda não está claro." (Henry Jenkins)
Recomendo a leitura do livro, da reportagem e também do blog de Henry Jenkins (Clique aqui), pois assim podemos conhecer os dois lados da moeda e discutir este assunto de vital importância, que é o futuro das mídias e do modo de comunicação de todos nós.

sábado, 25 de abril de 2009

O culto do amador


O escritor britânico Andrew Keen lançou em junho de 2007 o livro "O culto do amador". Keen aponta e dispara a sua metralhadora giratória para toda a estrutura da Web 2.0. Funcionando como uma espécie de profeta do apocalipse moderno, Keen acredita que o modo colaborativo (wiki) da estrutura da web trará consequências devastadoras em diversos setores da Humanidade.
Durante todo o livro, a raiva latente sobre todos os modos de interatividade é um capítulo a parte. Começando pelos blogs, passando pela Wikipedia e desaguando no Youtube, nada escapa da crítica mordaz do britânico.
Acusa a Web 2.0 como sendo a principal causadora dos enormes prejuízos da indústria fonográfica, literária e cinematográfica.

Um livro, que apesar de ser radical demais em diversos pontos, levanta questões interessantes e que deveriam ser mais discutidas atualmente, principalmente pelos legisladores que ainda insistem em excluir os assuntos digitais das pautas de leis.

Vale a pena dar uma olhada!

Apesar de toda a crítica ao modo colaborativo da Web, Andrew Keen possui o seu Blog (Clique aqui)


quarta-feira, 4 de março de 2009

Redes Sociais e Jornalismo





Dando uma "blogueada" por aí, li o artigo "Discutindo redes sociais e jornalismo na Internet", de Raquel Recuero.
O artigo postado no site Jornalistas da Web foca um assunto que mereceria maior atenção dos especialistas em Comunicação.
O papel dos sites de redes sociais e as próprias redes sociais deveriam ser mais focados pelos jornalistas.



Leia o artigo postado por Raquel.