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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Blogueando no Ouro de Tolo



Uma das facilidades que me encanta na internet é a possibilidade de se conhecer pessoas de diversos pontos do mundo e estabelecer uma relação de amizade, conhecer novos valores e a simples troca de ideias, idenpendente da profundidade do tema.

O Twitter preenche bem essa lacuna e posso dizer que fiz (e ainda continuo fazendo) grandes amigos através dele.

O Blog indicado de hoje é o Ouro de Tolo, do twitteiro e rubro-negro Pedro Migão (@pedromigao). Uma entrevista simples e direta com Milly Lacombe. Vale a pena ler e refletir sobre alguns dos assuntos levantados.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Blogueando no Insônia Literária


Um poema para começar bem o dia. Escrito pela amiga Mariana Valle, do Insônia Literária. Clique aqui para conhecer.

Quando o desejo é sincero e puro,
basta apenas um momento,
instante eterno,
e você se pega dias e dias
pensando naquele beijo
que ainda não aconteceu.
A vontade é genuína
mas não tem pressa
porque aquele porvir
é importante demais
para ser fugás
e não há nada
mais importante
do que aqueles instantes
em que tudo é curiosidade
e vontades - conjuntas? -
muitas.
Uma palavra, um olhar,
um gesto
e o resto todo se evapora.
Você não quer ir embora
e dentro de você
são intensos os sentimentos,
recorrentes pensamentos,
insistente fome e sede
de amar
e trilhar um caminho
completamente misterioso.
Não é maravilhoso?

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Blogueando no Contos de Sofie


O que é bom tem que ser indicado e multiplicado. Por esse motivo, indico o link da amiga Ray de Paula, que mantem o excelente blog Contos de Sofie (inclusive já foi indicado ao selo Blog de Ouro).

Como ando na minha campanha para a conscientização do eleitorado brasileiro, não poderia deixar de indicar o post a seguir:

Deixo o comecinho aqui para dar água na boca:

DURANTE AS ELEIÇÕES 2010 percebemos uma grande mudança: a inclusão da internet, não apenas como forma de campanha, mas também como forma de informação. Tudo isso para que a geração Y comece a se interessar mais pela política, afinal muitos deles já começam a votar esse ano. E para ter um voto consciente, deve se conhecer os candidatos e suas propostas. A revista Veja lançou em seu site alguns infonográficos muito úteis e interessantes que nos ajudam nesta conhecimento.
Ano passado, twitter foi utilizado por Barack Obama quando era candidato a presidência dos EUA, e este ano também está sendo usado pelos candidatos brasileiros. E para medir a popularidade e a repercussão do que os candidatos andam dizendo na rede social foi criado o twittômetro. ...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Blogueando no Link - Estadão


Um dos sites da minha lista de favoritos é o Link, do Estadão. Um blog muito bem construído e que aborda a tecnologia com diversos pontos de vista.

Uma excelente fonte de consulta e entretenimento.

Uma das séries que vem saindo e de maior destaque é a que aborda o tema Mídias Sociais e Eleições.

Como o Blog do Argônio sempre busca assuntos relacionados a este tema, não poderia deixar de indicar aos Argonautas de plantão esta série que revela notícias interessantes e dão dicas de como usar as mídias sociais para a realização de eleições melhores e mais interativas.

Clique aqui e conheça a série e o blog Link.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Blogueando no Arquitetura da Informação

Uma das melhores partes de se fazer pós-graduação é a possibilidade de se fazer amigos e conhecer pessoas interessantes ao longo de todo o curso.
E uma das potencialidades da grande rede é poder compartilhar e aprofundar essas relações construídas ao longo deste último ano. Com isso, podemos manter sempre o contato, apesar da distância e da correria do dia a dia.

Blogueando no site do professor Carlos Café (Segue ele no Twitter através de @calbertocafe ), podemos sempre estar em contato sobre as novidades do mundo digital.

Blog simples e bem feito, com conteúdos relevantes, tais como Marketing digital, Novas tecnologias e Arquitetura da Informação.

Esse é recomendado e visita quase que obrigatória para os Argonautas de plantão.

Clique aqui: Arquitetura da Informação.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Blogueando n´A Lenda

Foto: O Globo

Para quem é do Rio, o post a seguir não deixa de ser novidade. Se bem, que acredito que as condições dos transportes públicos nas cidades brasileiras não deva ser tão diferente.

E como todos os Argonautas sabem, sou fã número 1 do Blog A Lenda, do excelente Rafael Fortes. O post a seguir fala sobre as condições do transporte público do Rio e uma excelente música de Gabriel, o Pensador.

Clique aqui e confira o post na íntegra.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Blogueando n'A Lenda



Mais uma vez estamos Blogueando n'A Lenda.

Como o blog é rico em conteúdo, sempre indico este espaço por aqui.

Sempre interessante e com uma visão diferente do apresentado na grande mídia, A Lenda tornou-se consulta obrigatória e diária.

Desta vez falando sobre o caso do jogador Adriano e sua relação com a comunidade que nasceu. Vale a pena ler o post. (Clique aqui para ver o blog)

O Imperador, a favela e o ódio de classe

Além do título de Campeão Brasileiro de 2010 (obrigado pela correção, Nixon!) a volta de Adriano ao Flamengo – dure quanto durar e tenha que desdobramentos tiver – terá deixado, na minha opinião, pelo menos uma grande contribuição para o clube e sua torcida. Não falo da elevação da autoestima da torcida pelas vitórias, gols e artilharia do Brasileiro, das cifras envolvendo venda de camisas etc.


Refiro-me ao fato de que, à parte os problemas pessoais que a crônica esportiva (e geral) adora explorar, Adriano colocou a favela e a associação da torcida do Flamengo com a mesma em primeiro plano. (Não o conheço pessoalmente, nem tenho quaisquer elementos para escrever sobre sua conduta – acreditar no que diz a mídia gorda é que eu não vou. E, mesmo que tivesse condições, não escreveria. Inclusive me incomoda que, só de olhar as manchetes nas bancas de jornal, eu volta e meia seja “informado” sobre onde o atacante vai – ou, para usar um termo frequente nas chamadas, “se esconde” ou “se refugia”.)


Sempre ouvi as torcidas de Vasco, Botafogo e Fluminense (principalmente a última) gritarem “ela, ela, ela/Silêncio na favela!” em clássicos contra meu time. Em alguns jogos do Brasileiro do ano passado, pela primeira vez, ouvi a torcida rubro-negra – parte dela – gritar “Favela, favela, favela/Festa na favela” (no ritmo do refrão de “Sorte Grande”, adotada há alguns anos para comemorar gols e vitórias). Isso aconteceu raras vezes (vale dizer que não estive presente em diversos jogos), durou pouco tempo e a música não foi cantada pela maioria dos presentes na arquibancada – cujo ingresso mais barato de inteira para adulto custava R$ 30. Ainda assim, fiquei bastante impressionado com a manifestação da torcida, assumindo – mesmo que de forma tímida e parcial – uma alcunha que os adversários lhe impõem pejorativamente. Some-se a isso uma bandeira de uma das torcidas organizadas (não lembro qual) com o rosto do jogador e, ao fundo, alguns barracos.


Não sei se a torcida assumirá de vez e em massa o grito de “favela” como seu, mas só o fato de alguns terem tomado a iniciativa de fazê-lo já me alegra. Mas acho que a presença de Adriano no Flamengo serviu e serve para explicitar preconceitos – inclusive os de muitos jornalistas da mídia gorda esportiva, reacionária e moralista – que se acham os últimos bastiões dos valores morais e não aceitam o fato de o jogador ir à favela. No fundo, lhes é intolerável que alguém ganhe fama e dinheiro e não vire as costas para os hábitos, pessoas, lugares, gostos, amizades, diversões de antes da fama/riqueza.


O Futepoca traz hoje um exemplo, retirado de uma mesa-redonda de ontem à noite. Os bafafás em torno do Imperador acabam por revelar o preconceito e o ódio de classe que permeiam a visão de mundo de certos jornalistas esportivos – para não falar de um moralismo obtuso e fora de época. Num país em que os preconceitos são ferrenhos, mas, paradoxalmente, tendem a ser escondidos sob o tapete, a exploração da vida pessoal do Imperador e os juízos morais sobre ela podem revelar muito sobre nossa sociedade, sobre nossos preconceitos e sobre as visões de mundo de certos jornalismos e jornalistas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Blogueando no Dossiê Alex Primo


Algumas pessoas, sabendo da minha paixão pelos livros e pela tecnologia, têm me perguntado sobre os leitores eletrônicos.

Como ainda não tive acesso ao Kindle os seus semelhantes, nunca consegui passar das informações básicas, tais como a comodidade de carregar enormes quantidades de livros, a facilidade da leitura e navegação, a tecnologia da "tinta eletrônica" (que não cansa a vista) e por aí vai.

Blogueando no Dossiê Alex Primo, dei de cara com um testemunhal de uso do Kindle. Como achei interessante, compartilho com vocês.

Mesmo sabendo que o iPad seria lançado nas semanas seguintes, decidi voltar com um Kindle na bagagem de uma recente viagem aos Estados Unidos. E já posso confirmar: estou muito satisfeito com esse charmoso leitor de e-books.

Em julho eu tinha testado o e-reader da Sony, mas não tinha ficado impressionado. Sim, a tecnologia do e-ink realmente me fascinou, mas o pequeno aparato japonês não despertou meus instintos consumistas. A interface, tanto de hardware quanto de software, se mostraram espartanas demais e de usabilidade ruim.

A sensação de manusear um Kindle pela primeira vez é muito diferente. A Amazon conseguiu alcançar aquele tipo de satisfação à primeira vista que apenas a Apple parecia saber despertar. O aparelho é realmente fino, bonito e muito leve. Agora, para descrever a qualidade da tela basta relatar esta surpresa inicial. Assim que tirei o Kindle da caixa vi que na tela havia umas instruções básicas de como ligar o aparelho. Achei que era um adesivo, como aqueles que normalmente vem grudados em dispositivos digitais. Mas eu estava errado. Não se tratava de uma película com desenhos e ilustrações muito bem impressos: era a própria tela e-ink que já vinha em modo standby. Foi assim que descobri que o Kindle nunca desliga totalmente. Ele fica sempre com uma linda ilustração randômica quando você usa o botão superior para desativá-lo (que na verdade coloca-o em modo "hibernação").

Os botões do Kindle são muito fáceis de ser acessados, pois situam-se em sua lateral. Por outro lado, o tecladinho para tomar notas e buscar livros na loja virtual é muito ruim de ser usado. Mas em um próximo post farei uma análise detalhada da interface e usabilidade.

O que quero destacar é o prazer de ler no Kindle. Como a tela não é iluminada por trás (o que exige boas condições de iluminação do ambiente) e tendo em vista a altíssima qualidade dos textos exibidos na tela (saiba mais sobre a tecnologia e-ink), o Kindle revela-se uma aparelho perfeito para longas leituras. Sendo assim, se você é um leitor voraz, você precisa ter um Kindle. É bem verdade que o aparelho é caro (ainda mais se você importá-lo legalmente no site da Amazon). Para ele se pagar você precisa ler muito e aproveitar os descontos das versões online. Mas corra, algumas editoras querem aumentar os preços dos e-books, apesar dos protestos da Amazon.

Logo que recebi o Kindle, comprei uns livros e assinei revistas e jornais (a Amazon oferece 14 dias gratuitos). Além disso, baixei umas "amostras" de livros, disponíveis para se conhecer um pouco da obra antes de comprá-la. O processo de compra e assinatura de periódicos é rápido e fácil. Os arquivos digitais são rapidamente baixados via rede de celular (cujos custos são pagos pela própria Amazon).

Enquanto a leitura de livros só merece elogios, a assinatura de revistas e jornais é um caso à parte. As edições dos jornais O Globo e New York Times (que estou pagando pela assinatura), assim como as do jornal Zero Hora e revistas Time e PC Magazine que testei, trazem uma ou outra imagem em preto e branco. Ou seja, elas são constituídas basicamente de texto. É como você estivesse recebendo apenas metade das informações.

As edições dos jornais normalmente chegam cedinho. Confesso que é bom ler bons colunistas sem ter de abrir enormes folhas de papel jornal. Esse tipo de interface digital adequa-se muito bem à leitura na mesa do café, em aviões e ônibus. Além disso, é ótimo para ler deitado na rede! Por outro lado, a navegação pelos periódicos usando os botões e o pequeno joystick do Kindle é mais trabalhosa. Seria muito bom ter uma tela sensível ao toque (como este leitor da Sony). Mesmo assim, por enquanto vou mantendo minha assinatura digital do Globo. Espero que a Folha lance sua versão para Kindle em breve. Em todo caso, a falta de imagens é um fator que decepciona este blogueiro que insiste em pagar por conteúdo(!). Quanto a isso, algumas reflexões.
Por que assinar o New York Times se é possível lê-lo gratuitamente na web? Apenas pela comodidade de lê-lo no Kindle. Mesmo assim, o alto preço não compensa. Neste mês já estou cancelando minha assinatura daquele prestigioso jornal. Quem sabe eu volte a assiná-lo no ano que vem, quando seu conteúdo gratuito será podado na web. E talvez eu continue assinando algum grande jornal brasileiro (os jornais gaúchos são dureza!), para poder ler bons colunistas assim que acordo. De toda forma, tenho consciência que o Kindle é para livros, não para periódicos.

É aí que entro no tema que dá título ao post (apenas agora?!!!). A tela multi-touch do iPad, suas cores vibrantes e a excelente usabilidade serão excelentes para a navegação pelo conteúdo fragmentário de jornais online e para a leitura de revistas muito ilustradas. O Kindle não poderá concorrer. Talvez uma versão nova com a esperada tela e-ink colorida sensível ao toque possa ser tentadora. Mas não acredito que a Amazon consiga vencer nesse terreno.

Por outro lado, o Kindle ainda é imbatível no mercado de livros digitais, que exigem horas de leitura. Ainda que a Amazon esteja testando um browser para o Kindle, a navegação em puro texto em preto e branco é risível. Apesar da ameaça que a Apple representa, a Amazon precisa investir naquilo que ela faz bem: vender livros e oferecer um excelente leitor de e-books. Talvez o iPad não seja o mesmo sucesso que o iPhone. Talvez esse terceiro dispositivo, que situa-se entre um netbook e um iPod Touch, não consiga convencer os consumidores que eles precisam de mais um aparato em suas mochilhas. A única certeza que temos é que a briga será boa.
Em resumo: estou muito satisfeito com meu Kindle. Não acredito que o iPad e a iTunes Store consigam vencer a Amazon na área de livros. Por outro lado, o Kindle vai parecer muito, muito velho para a leitura de periódicos. Será que existe espaço para dois vencedores? A Amazon está arriscando muito em tecnologia, onde a Apple é rainha, botando sua loja de livros em perigo? Será que o iPad será uma promessa que não vai convencer? Os consumidores que viverem verão.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Blogueando no Carpintaria das Coisas

O blog Carpintaria das coisas é parada obrigatória para os estudantes e interessados em assuntos tais como Cibercultura e Comunicação Social. Criado e mantido pelo professor Erick Felinto, sempre apresenta artigos e novidades sobre o que está acontecendo de mais novo na corrente acadêmica.

Lendo o blog na semana passada, tenho a grata surpresa de que Erick Felinto e a professora Ivana Bentes foram convidados pela Editora Sulina para lançarem em conjunto, um pequeno livro sobre o filme Avatar, do diretor James Cameron.

Felinto escreveu sua parte em apenas uma semana e brinda os leitores com um pequeno trecho de seu artigo.

Lembrando que o livro deve ser lançado em março.

Para ler um trecho do artigo, clique aqui e aproveite.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Blogueando n'A Lenda

Dando sequência à série Blogueando (quem quiser conferir o restante, clique aqui), deixo a dica do Blog A Lenda.

Mantido pelo professor Rafael Fortes é um espaço em que podemos encontrar o que há de melhor em informação não contaminada pela visão da (denominada por ele) "mídia gorda".
Posts inteligentes, críticos e políticos. Além de pitadas de música, esporte e cotidiano.

Abaixo segue um exemplo de seus post. Para conhecer mais e adicionar aos seus favoritos, clique aqui.


Sobre o terremoto no Haiti
20/1/2010 por Rafael Fortes

O que dizer diante do horror? Difícil saber.

Um amigo comentou:

“Numa primeira impressão, nota-se que o tamanho da cobertura da mídia gorda sobre o terremoto no Haiti equivale ao da morte do Michael Jackson. Será o caso de perguntar se um Michael Jackson vale dezenas de milhares de haitianos? E a contribuição francesa pré-terremoto para que o país se tornasse um dos mais pobres do mundo?”

Concordo e acrescento: e a contribuição dos EUA em várias invasões? E a contribuição do Brasil? Como explicar que um país – em tese – soberano não tenha, em pleno século XXI, uma infraestrutura de Estado para garantir direitos à população? Como explicar uma intervenção que não tem como objetivo assegurar direitos, mas sim o lucro das empresas? Já perguntei, em diversas ocasiões, o que justificava a permanência de tropas brasileiras por lá. Este assunto importante pouco tem sido discutido na sociedade brasileira – e, tal como em outros temas, o silêncio da mídia gorda ajuda a manter o status quo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Blogueando no Silent Devotion



A internet realmente é uma ferramenta interessantíssima. Conhecemos pessoas virtualmente e desse modo, conseguimos expandir nossas amizades para o mundo virtual.

Muitos alegavam que a internet e seu crescimento faria com que as pessoas se isolassem e se tornassem cada vez mais solitárias. No meu caso, acho que está acontecendo ao contrário.

Conheci através do Twitter, a @cyncardoso. E através de seu perfil, cheguei a seu Blog.

Uma mistura de assuntos, que fascina. Textos belos, contos, músicas e reflexões. Não tem como não indicar.

Deixo o link para que possam saborear: Silent Devotion

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Blogueando no Tesco


Sempre fui um amante dos livros. Vivo lendo e tentando incentivar quem está próximo de mim a cultivar este saudável hábito.
Faço posts indicando e comentando livros que já li. Empresto livros, dou de presente e estou sempre nas livrarias para conferir os lançamentos.

Dando uma blogueada por aí, cheguei no Blog do Tesco (clique aqui).
O responsável pelo blog é um amante dos livros e realiza sorteios periodicamente para doar os livros que já leu.
Achei a ideia sensacional e recomendo aos Argonautas a visitarem o blog e participarem dos sorteios.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Blogueando no Saindo da Matrix


Caros Argonautas!

Voltamos com mais um capítulo da série blogueando, sempre trazendo o que há de bom nas "infovias" das informações.
Um blog que visito diariamente é o Saindo da Matrix. Escrito por um blogueiro de Recife, sempre atualizado com assuntos diversos, é um fonte inesgotável de conhecimento.

Na época de Natal, apresentou um post falando sobre Papai Noel. De onde veio essa figura que domina por completo o Natal de hoje em dia? Pergunte a uma criança o motivo da data de 25 de dezembro. Garanto que a maioria não apontará o nascimento de Jesus Cristo como a data máxima, e sim Papai Noel e seus presentes.

Então vale a pena conhecermos mais sobre esse assunto.

Clique aqui para ler o post completo de Saindo da Matrix.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Blogueando no Blog do Ozaí

Dando aquela navegada para descobrir e ler sobre assuntos interessantes, encontrei o texto do professor Antônio Ozaí do Silva, que mantém o excelente Blog do Ozaí (link ao lado, nos blogs preferidos).

A reflexão sobre Mídia e Corpo é excelente e vale a pena dar uma lida.

Destaco o começo do artigo, mas confira na íntegra clicando no link ao final do post:

"Em que medida a mídia influencia a nossa concepção sobre o corpo? É difícil responder com absoluta segurança. Até porque a relação não é de via única. Devemos também considerar que o receptor da mensagem veiculada pela grande mídia não é um ser acéfalo e reduzido à passividade. "

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Blogueando no Saindo da Matrix


Como os Argonautas que voltam aqui periodicamente sabem, gosto muito de passear pelas infovias da comunicação (conhecida como internet) e garimpar o que rola de interessante, principalmente pela Blogosfera.
Com o intuito de apresentar as boas idéias e bons textos encontrados, criei a série Blogueando. Através dela, posso transmitir a quem frequenta esse espaço o que considero de mais interessante que está sendo postado diariamente.

Tem um blog que sigo e acho muito interessante que é o Saindo da Matrix.

Encontrei nele uma resenha sobre o filme Distrito 9, que vale a pena dar uma lida.

Clique aqui para ler a resenha do Saindo da Matrix.

Clique aqui para ler a resenha que postei no Blog do Argônio sobre o mesmo filme.

Clique aqui para conhecer a série Blogueando.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Blogueando no Café Filosófico


Os Argonautas que por aqui passam de vez em quando, já devem ter percebido a admiração que sinto pelo sociólogo polonês Zygmutn Bauman.
Some-se a isso um programa de TV bem pensado e editado, como o Café Filosófico (raridade nos dias de hoje e exibido pela TV Cultura).
Garimpei no blog do Café uma entrevista com o o professor Luiz Felipe Pondé, na qual ele analisa o mundo pós-moderno e a interpretação de Bauman sobre o assunto.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Blogueando no Blog do Eric Ricardo


Comos os caros Argonautas já sabem, sou um apaixonado por desenhos e imagens.
Blogueando nos blogs amigos, conheci o trabalho do Eric Ricardo.
Mineiro, de Nova Lima, trabalha desde 2001 fazendo ilustrações para livros didáticos e revistas.
Vale a pena uma visitada no Blog do Eric e conferir de perto seus trabalhos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Blogueando no Vi o Mundo

Dando uma vasculhada na blogosfera, me deparei com o excelente e bem humorado texto reproduzido no Blog Vi o Mundo (clique aqui para conhecer).
A história foi escrita pela médica Fátima Oliveira e veiculada no jornal O Tempo.

O fetiche das tecnologias de comunicação

O fetiche das tecnologias de comunicação contemporâneas
Sou do tempo das cavernas. Tudo porque não tenho celular


Fátima Oliveira, no jornal O TempoMédica - fatimaoliveira@ig.com.br

Usufruo bastante das benesses tecnológicas da contemporaneidade que considero essenciais ao meu modo de estar no mundo. Todavia, de uns tempos para cá, tenho a impressão de que, para algumas pessoas, sou do tempo das cavernas. Tudo porque não tenho celular! Nada de ludita. Apenas defendo para meu consumo pessoal o uso racional da tecnologia - uma subjetividade e um modo de simplificar minha vida.

Todavia, para muita gente, é estranhíssimo eu não ter celular. "Você está sem celular, né?" Nããão! Não é que estou sem, é que não tenho! Já tive e enjoei. Era um desassossego. Há alguns anos, meu celular foi levado por um garoto na porta do meu prédio. Era Semana Santa e minha filharada toda estava viajando (alguém numa família precisa dar duro, é o esperado...). No sábado de Aleluia, eu chegava do plantão quando o celular tocou. Nem disse alô... Parecia que levaram um pedaço de mim. Na segunda-feira, comprei outro.

Em dezembro de 2006, um bom ladrão hospitalar o levou.Apenas defendo para meu consumo pessoal o uso racional da tecnologia –uma subjetividade e um modo de simplificar minha vida.

Aproveitei e decidi ficar sem. A crise de abstinência foi dose! Hoje, gosto imensamente. Sinto-me empoderada. No começo, foi reclamação generalizada. Quase sucumbi à gritaria familiar. Mas aguentei o tranco. Não apenas o meu celular foi expropriado, recentemente alguém surrupiou o porco-fone da coordenação de plantão... Acreditam? É vero! E olhem que ele só recebia! Ganhamos um celular, pela primeira vez, no começo da epidemia de gripe suína, daí o apelido carinhoso. Acredito que hospital é o lugar em que mais roubam celular. Juro!

A população de celular é tão assustadora num hospital que até para examinar um doente é preciso pedir para desligar o celular e ainda ficar aturando cada cara feia! Sem falar que muitas vezes é preciso pedir também para vizinhos e acompanhantes, que estão ao lado no maior papão. E ainda ouvir um monte de desaforos. Não encontro palavra mais adequada: é o caos do fetiche do celular!

Um dia, entrei na sala de emergência, na prática um CTI, quando dois celulares tocaram ao mesmo tempo. Teoricamente, nenhuma pessoa doente ali deve portar um celular, mas para minha surpresa dois doentes graves os atenderam numa boa, mesmo ofegantes. E de repente tocou outro! Era de outro doente, que só não o atendeu porque estava "entubado", mas seus olhos se abriram de uma forma tão pidona que quase atendi o celular pra ele! De repente, toca outro celular com aquelas músicas que até Deus duvida da breguice impertinente. Era o celular de um dos doentes que, todo lampeiro, falava em outro celular! Ai foi demais...Autoridade tem de pintar numa hora assim, não é? "Geeeente, assim não dá! Se todo mundo aqui pode atender celular, vamos dar o lugar para outras pessoas mais graves!" Quem vai imaginar que um doente grave não se desgruda do seu celular, ou dos seus celulares? E olhe que fazemos revista em todo mundo que chega lá e guardamos os celulares. Se num CTI é assim, faça ideia nas enfermarias...

Internet? Gosto. Sou facilmente encontrável por e-mail. Enquanto escrevo deixo abertos os e-mails que não permitem conversas em tempo real. Quando quero dou uma olhada. Mas Orkut, MSN e similares, nããão! Tenho a sensação de perda de tempo com mensagens em tempo real, que possuem suas bondades, mas é preciso ficar ligado só naquilo. O e-mail, acessamos quando desejamos. Twitter? Acho dispensável para a minha vida no momento, mas estou encantada com as possibilidades de twitteratura.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Blogueando no Dossiê Alex Primo



Um dos maiores sucessos atuais na internet, é o perfil criado pelo apresentador do Jornal Nacional, Willian Bonner.

Comprovadamente real, ele interage mostrando uma simplicidade e descontração que nunca imaginaríamos ver no sério apresentador do JN.


Dando uma surfada por aí, achei esse post do blog Dossiê Alex Primo e achei muito interessante a abordagem do tema sobre a visão do que é fake e do que é real.

Confira na íntegra e depois dê uma "zapeada" no blog do Alex, pois vale a pena.


William Bonner passou a ser notícia. Tornou-se o novo "queridinho" da twittosfera brasileira. Seu número de seguidores não para de crescer. Apesar da seriedade que apresenta no Jornal Nacional e em entrevistas que concede, descobre-se que Bonner tem bom humor e que gosta de twittar.


Essa recente descoberta das interações no ciberespaço (ele confessa que nunca gostou de mídias sociais) vem sendo motivo de inúmeras matérias em jornais e sites noticiosos. Além disso, Bonner foi entrevistado no programa de Marília Gabriela, que buscou mostrar o lado "mais humano" do jornalista.


Mas cabe agora perguntar: quão real é o perfil @realwbonner? Durante o programa de Marília Gabriela foi possível constatar que Bonner pode ser divertido, que sabe fazer imitações e canta razoavelmente bem (arriscou dois versos de New York, New York). Mas também descobrimos que seu nome real é William Bonemer Júnior. O sobrenome Bonner foi criado por ele assim que chegou na Globo, para proteger o nome de seu pai, um médico conhecido. Como se vê, desde os primeiros passos no telejornalismo ele já se mostrava consciente do papel público que desempenharia. Podemos então ampliar nossa pergunta: Quanto de Bonemer existe (ou resiste) em Bonner?


William Bonner é um personagem, que Bonemer Júnior sabe desempenhar muito bem. Por mais que se esforçasse em provar que é uma pessoa comum durante a entrevista à Marília Gabriela, o super-ego Bonner rapidamente tomava as rédeas de Bonemer. Quando falou de seu amor por Fátima Bernardes (cujo nome era quase sempre acompanhado do sobrenome), parecia estar recitando um texto lido em um teleprompter. A naturalidade em algumas falas logo dava lugar ao personagem institucional.

Vida dura essa de celebridade. Como homem público, editor e apresentador do principal telejornal do país, William Bonner sabe da responsabilidade que carrega em seus ombros. Sabe que sua vida "íntima" é fonte de curiosidade do grande público. E quando a expõe, faz com todo o cuidado. As matérias sobre sua família feliz e perfeita estampam capas da revista Caras. Não há um fio de cabelo fora do lugar, um copo sujo esquecido na mesa auxiliar. Todos sorriem e celebram a vida de uma família de propaganda de margarina.

Bonner diz na entrevista que toma cuidados no trânsito, pois sabe que uma buzinada sua pode parar em sites de fofocas. E celebra que foi elogiado em tablóides online ao pacientemente esperar que um taxista movesse seu veículo para que ele pudesse manobrar. William é plenamente consciente que seu personagem Bonner precisa ser atualizado a todo momento, que a idolatria que desperta é importante para sua carreira e para a TV Globo. Sabe cultivar essa estrela e conhece bem como lucrar com isso.

Até mesmo a imitação de Lula no programa de Marília Gabriela é precisamente planejada. Recusa-se a imitar Clodovil, mesmo que o faça em outros momentos. Sabe que o vídeo vazado na rede com essa imitação poderia ter arranhado sua credibilidade. Bonner percebe que esse novo momento em sua carreira é importante. Arrisca momentos descontraídos durante a entrevista e ensaia algum "charminho" ao falsamente recusar cantar e fazer imitações no programa. Claro, logo em seguida (segundos depois) concede uma pitada de Bonemer.

William, o Bonner, sabe da importância das celebridades na cultura contemporânea. Conta com entusiasmo que esbarrou em Paul McCartney em uma rua americana. Confessa que virou-se maravilhado e lamenta não ter tirado uma foto. A partir desse exemplo prosaico revela ser consciente do papel de estrela que desempenha, da importância disso para sua atuação profissional e que sabe muito bem administrar o personagem.

Bonemer é hoje aprisionado por Bonner. O primeiro se mostra no privado. O segundo é cultivado publicamente. E @realwbonner é real? Sim, um bonner absolutamente real...enquanto personagem no virtual. William sabe muito bem que os internautas não querem conhecer Bonemer. O que importa é a aura de (pseudo) autenticidade que é gerida profissionalmente por William. A informalidade presente em seus tweets são investimentos no produto Bonner. Parece que essa mercadoria ganhou novo valor na prateleira da mídia massiva.